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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Cel RR FRANKLIN FIRMINO DA SILVA,

 


Cel RR FRANKLIN FIRMINO DA SILVA, ingressou na PMRN em março de 1972, como aluno oficial. De família de militares, é filho do Coronel Luiz Firmino da Silva e irmão do Cel Médico Erasmo Firmino da Silva.
Durante sua carreira militar foi comandante do 2° Batalhão de Polícia Militar em Mossoró e em Natal comandou o CFAP bem como foi o primeiro comandante da Academia de Polícia Militar.FONTE – INSTAGRAM DE JUNIOR GERMANO

DIA ESTADUAL DA POLICIAL FEMININA

 


LEI Nº 10.764, DE 25 DE AGOSTO DE 2020.

 Institui no Calendário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte o Dia Estadual da Policial Feminina.

 A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituído, no Calendário Oficial do Rio Grande do Norte, o Dia Estadual da Policial Feminina, a ser celebrado, anualmente, no dia 11 de setembro.

Art. 2º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

 Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 25 de agosto de 2020, 199º da Independência e 132º da República.

FÁTIMA BEZERRA Governadora

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

DIA ESTADUAL DA POLICIAL FEMININA

Na última quarta-feira (29-07-2020), em sessão remota, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte aprovou a instituição do Dia Estadual da Policial Feminina a ser comemorado no dia 11 de setembro de cada ano.

A data de 11 de setembro homenageia a primeira turma de soldados com policiais femininas que ingressaram na Polícia Militar do Rio Grande do Norte no ano de 1990.

“Historicamente, as primeiras mulheres (duas oficiais) ingressaram na instituição potiguar em 1986. Em seguida, em 11 de setembro de 1990, ingressaram 67 mulheres que formaram a primeira turma de Praças da Polícia Militar, denominadas ‘Turma As Pioneiras Potiguares’. Diante do pioneirismo, nada mais adequado que elencar a data de 11 de setembro para comemorar o Dia Estadual da Policial, enaltecendo as primeiras mulheres policiais militares”, destaca o texto do Projeto de Lei aprovado na Assembleia Legislativa.

HISTÓRIA

A participação da mulher nos Quadros da Organização da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, foi viabilizada pela Lei n.º 5.501, de 05 de agosto de 1986, que criou a Companhia de Polícia Feminina. Em seguida, o Comando da Polícia Militar decidiu pela imediata formação de Oficiais Femininos.

Assim em março de 1987, após seleção intelectual, médica, psicológica e física entre aproximadamente 100 (cem) candidatas para preenchimento de 02 (duas) vagas, obedecendo às normas baixadas no Edital, foram aprovadas as candidatas Angélica Fernandes de Oliveira e Maria Tereza Melo dos Santos, que seriam as primeiras mulheres a integrar o novo quadro da Instituição, figurando, assim, para sempre no calendário histórico da Sesquicentenária Corporação.

As candidatas seguiram posteriormente, para a Academia de Polícia Militar do Paudalho, em Pernambuco, onde frequentaram, junto com cadetes do sexo masculino, todo o curso de formação acadêmica.

Em 11 de setembro de 1990, dando prosseguimento às atividades para formação de pessoal feminino, foi iniciado o 1º Curso de Formação de Soldados Femininos - CFSd 90.1, que contou com a participação  efetiva das  oficiais  recém-formadas, na  formação de 67 (sessenta e sete) recrutas, realizado no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), em Natal/RN.

A partir daí, a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte passou a admitir em seus Quadros Organizacionais policiais femininas abnegadas e que desempenham suas funções com maestria na corporação militar.

FONTE – SITE DA PMRN


sexta-feira, 24 de julho de 2020

RÁDIO PATRULHA DA PMRN

A Rádio Patrulha da gloriosa e amada Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, foi CRIADA em 01 de julho de 1965
PRIMEIRO COMANDANTE:
CAPITÃO DOMILSON DAMÁZIO DA SILVA
PRIMEIRO SUBCOMANDANTE:
1º TENENTE JOSÉ FREIRE SOBRINHO
PRIMEIRO SARGENTEANTE:
2º SARGENTO JÚLIO RIBEIRO DA SILVA
FONTE - SUBTENENTE JÚLIO RIBEIRO

REGULAMENTO DO PROGRAMA PATRULHA MARIA DA PENHA


PORTARIA NORMATIVA Nº 019/2020-CG/PMRN, DE 24 DE JULHO DE 2020

Aprova o Regulamento do Programa Patrulha Maria da Penha – PMP no âmbito da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte e dá outras providências.
           
O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 4º combinado com o § 3º, art. 19, da Lei Complementar Estadual nº 090, de 04 de janeiro de 1991,

CONSIDERANDO o teor da Lei Estadual nº 10.097, de 08 de agosto de 2016, regulamentada pelo Decreto Estadual nº 29.496, de 09 de março de 2020, que instituiu as patrulhas policiais denominadas “Maria da Penha”, com o objetivo de prevenir e combater à violência doméstica contra a mulher no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte; e

CONSIDERANDO a necessidade de acolher, monitorar e fiscalizar as medidas protetivas de urgência previstas no art. 22, da Lei Federal nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, em consonância com a requisição da autoridade judiciária,

RESOLVE:

Art. 1º  Aprovar o Regulamento do Programa Patrulha Maria da Penha (PMP) no âmbito da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte (PMRN).

Art. 2º Esta portaria normativa entra em vigor na data de sua publicação.

         Art. 3º  Determinar à Diretoria de Pessoal publicar no Diário Oficial do Estado; à Ajudância Geral transcrever para o Boletim Geral; e, por fim, à Seção de Expediente para arquivar.

            Quartel do Comando-Geral, em Natal, 24 de julho de 2020, 199º da Independência e 132º da República.

ALARICO JOSÉ PESSOA AZEVÊDO JÚNIOR – CEL PM
Comandante Geral
FONTE – DIÁRIO OFICIAL DO DIA 24 DE JULHO DE 2020
REGULAMENTO DO PROGRAMA PATRULHA MARIA DA PENHA – PMP

                                                                                                   
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º  A Patrulha Maria da Penha terá a missão de orientar, prevenir, proteger e contribuir com as políticas públicas de enfrentamento a violência contra mulheres, com o emprego de efetivo policial militar que terá por missão a fiscalização e o policiamento ostensivo/preventivo, direcionados ao acompanhamento das vítimas de violência domésticas amparadas com Medidas Protetivas de Urgência deferidas pelas autoridades competentes.

Art. 2º A PMP será baseada na filosofia de polícia comunitária e utilizará a estratégia de policiamento orientado à solução de problemas, objetivando a prevenção da violência doméstica e familiar.

Art. 3º A PMP terá por objetivo, também, promover a segurança pública e os direitos humanos, atuando na prevenção e combate à violência doméstica e familiar, mediante:

I – ações educativas, voltadas de prevenção à violência doméstica;

II – visitas domiciliares e policiamento ostensivo com foco nas famílias em contexto de violência e sob Medida Protetiva de Urgência (MPU); e

III – rede de enfrentamento a violência doméstica e familiar que envolve os órgãos governamentais, não-governamentais e a sociedade civil.



CAPÍTULO II
DA ESTRUTURA
Seção I
Da Coordenação

Art. 4º  A Coordenação Estadual da Patrulha Maria da Penha será exercida pelo Comandante da Companhia Independente de Prevenção ao Uso de Drogas e Violência (CIPRED), Unidade responsável pelo policiamento de aproximação e gestora dos programas sociais da PMRN.

Art. 5º  A Coordenação Estadual da PMP terá a seguinte composição:

I – 01 (um) oficial superior ou, excepcionalmente, oficial intermediário na função de Coordenador Estadual;

II – 01 (um) oficial intermediário na função de Coordenador Operacional;

III – 04 (quatro) oficiais intermediários nas funções de Coordenadores Regionais dos Núcleos de Prevenção da PMRN (Mossoró, Currais Novos, Nova Cruz e João Câmara (em criação)); e

IV – 04 (quatro) policiais militares para compor cada Núcleo de Prevenção, preferencialmente, com formações em Direito, Psicologia ou Serviço Social.

Art. 6º As OPMs (Batalhões e Companhias Independentes) do interior atuarão como Coordenações Setoriais e serão responsáveis pela execução do Programa em suas respectivas áreas de atuação, devendo disponibilizar os meios necessários para a realização do policiamento.
Parágrafo único. Nas unidades do interior do Estado em que forem instituídas as atividades da Patrulha Maria da Penha, as mesmas deverão trabalhar junto aos polos de Coordenação Regional do Núcleo de Prevenção (NP) da PMRN.

Art. 7º  A Coordenação Setorial deverá ter, no mínimo, a seguinte composição:

I – 01 (um) oficial subalterno ou graduado como Coordenador Setorial;

II – 01 (um) policial militar para realizar as atividades administrativas; e

III – 03 (três) policiais militares para comporem a equipe de atendimento do serviço operacional, tendo, preferencialmente, pelo menos 01 (uma) policial feminina.



Seção II
Da Coordenação Estadual

Art. 8º  Incumbirá à Coordenação Estadual da PMP:

I – monitorar e avaliar as condições, execução e resultados do policiamento;

II – realizar reuniões com todos os coordenadores regionais e setoriais, visando tratar de assuntos de interesse geral;

III – contribuir para a seleção, capacitação, atualização e especialização dos integrantes;

IV – promover encontros técnicos com os policiais que atuam na PMP para a padronização do serviço e integração das equipes; e

V – promover e fomentar estudos e aprimoramento das equipes em temas relacionadas à violência doméstica e familiar.

Art. 9º Na Região Metropolitana, as atividades da PMP, a princípio, serão desenvolvidas pelo efetivo lotado na Companhia de Polícia Feminina (CPFEM), sob a coordenação e orientação direta da Coordenação Estadual do Programa.



Seção III
Da Coordenação Regional

Art. 10.  Às Coordenações Regionais incumbirão:

I – executar as diretrizes emanadas da Coordenação Estadual, dentro de suas atribuições;

II – realizar a divulgação das normas e diretrizes para as Setoriais;

III – realizar a supervisão das atividades desenvolvidas pelas Setoriais;

IV – coordenar a execução das atividades na circunscrição de sua região em conformidade com as diretrizes e determinações da Coordenação Estadual da PMP;
V – elaborar e encaminhar Relatório Mensal das atividades realizadas pelas Coordenações Setoriais até o segundo dia útil do mês seguinte para o endereço eletrônico patmariadapenha.rn@gmail.com;

VI – manter a documentação da PMP organizada e em arquivo próprio;

VII – compor, em casos excepcionais, as guarnições em qualquer processo e modalidade de policiamento que fazem atendimento, principalmente em situações envolvendo policiais militares;

VIII – participar de reuniões que envolvam os órgãos da rede de enfrentamento à violência doméstica; e

IX – manter cadastro atualizado da rede de enfrentamento à violência doméstica.

Art. 11. A Coordenação Regional atuará, também, como Setorial, dentro da Unidade onde estiver atuando.



Seção IV
Da Coordenação Setorial

Art. 12.  Às Coordenações Setoriais incumbirão:

I – executar as diretrizes emanadas da Coordenação Estadual e Setorial, dentro de suas atribuições;

II – realizar a divulgação das normas e diretrizes para as equipes policiais;

III – realizar a fiscalização das atividades desenvolvidas pelas equipes de policiais militares;

IV – definir os casos que deverão ter prioridade no acompanhamento pela equipe da PMP;

V – elaborar e encaminhar Relatório Mensal das atividades realizadas pelas equipes até o último dia útil do mês para a Coordenação Regional;

VI – manter a documentação da PMP organizada e em arquivo próprio;

VII – administrar as férias e afastamentos dos integrantes da PMP, de forma que o policiamento seja ininterrupto;

VIII – encaminhar, via ofício, nos casos que requeiram providências legais, os relatórios confeccionados pela equipe do serviço operacional aos órgãos competentes;

IX – participar de reuniões que envolvam os órgãos da rede de combate à violência doméstica;

X – compor, em casos excepcionais, as guarnições em qualquer processo e modalidade de policiamento que fazem atendimento, principalmente em situações envolvendo policiais militares; e

XI – manter cadastro atualizado da rede de enfrentamento à violência doméstica.

Art. 13. Para implantação da Patrulha Maria da Penha nas Unidades do interior, deverá ser feita avaliação prévia pelos batalhões de área e enviadas à Coordenação Estadual da PMP, a fim de serem analisadas a viabilidade e as condições necessárias para a referida implantação, dentro da rede de atendimento das mulheres vítimas de violência, sendo necessária a existência e/ou parceria das seguintes instituições, concomitantemente:

I – Juizado da Violência Doméstica e Contra a Mulher, se existente;

II – Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, se existente; e

III – Centro de Referência em Assistência Social.

Parágrafo único. Cada OPM (Batalhão ou Companhia Independente), para a viabilização do programa, deverá disponibilizar os recursos humanos e materiais necessários, para compor a PMP.

Art. 14.  Os policiais militares que compõem as equipes de atendimento deverão:

I – produzir relatório de serviço diário;

II – realizar visitas às vítimas e aos autores, de acordo com as prioridades definidas pelo Coordenador Setorial;

III – manterem-se atualizados sobre os conteúdos que fazem parte de sua rotina;

IV – participar de reuniões que envolvam os órgãos da rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar, quando determinado pelo coordenador setorial; e

V – registrar em documento próprio, fornecido pela Coordenação Setorial/Estadual os atendimentos com ou sem êxito, bem como os contatos telefônicos realizados no acompanhamento dos casos;

Art. 15. Serão atendidas pela PMP com visitas, monitoramento e acompanhamento, as mulheres vítimas de violência doméstica que tenham deferida em seu favor, pela autoridade judiciária competente, Medida Protetiva de Urgência (MPUs).

Art. 16.  As ações educativas de prevenção previstas no inciso I do artigo 3º, ocorrerão através de cursos, palestras ou participações em eventos sobre violência doméstica ou temas relacionados.



CAPÍTULO III
DO POLICIAL DA PMP

Art. 17.  O Policial Militar selecionado para integrar as guarnições da PMP deverá preencher os seguintes requisitos básicos:

I – estar apto para o serviço operacional;

II – ser pró-ativo;

III – não possuir processos administrativos ou judiciais envolvendo violência doméstica ou de gênero;

IV – ser organizado; e

V – estar classificado, no mínimo, no “bom” comportamento.

Art. 18. A atuação na PMP será condicionada à conclusão do Curso de Patrulha Maria da Penha.

Parágrafo único. Será admitida, excepcionalmente, a atuação de policiais militares sem a devida capacitação, desde que devidamente orientados pela Coordenação Estadual e que sejam voluntários para participar do referido curso de especialização, quando ofertado pela PMRN ou coirmãs.

Art. 19.  Em caso de suspeita de distúrbios de comportamento do policial militar integrante da PMP, incompatíveis com suas funções no programa, o Comandante imediato do policial militar deverá adotar os procedimentos legais e institucionais cabíveis e afastá-lo cautelarmente deste serviço especializado, como também, encaminhá-lo e/ou orientá-lo a procurar ajuda especializada.

Art. 20. A postura, a pontualidade, a organização, a boa apresentação pessoal, a educação e, principalmente, a discrição e o respeito, dentre outros, são atributos que deverão ser cultivados pelo Policial Militar integrante da Patrulha Maria da Penha em sua atuação.

Art. 21. Ao Policial Militar integrante da PMP não será permitido tecer considerações ou comentários sobre as decisões da atendida, em caso de desistência do acompanhamento pela PMP.

§ 1º Em caso de manifestação de desistência do acompanhamento da PMP por parte da atendida, o policial militar deverá solicitar a ela que declare o seu interesse, de próprio punho, no formulário de atendimento da PMP, a fim de que sejam tomadas medidas administrativas no sentido de informar à autoridade que deferiu a MPU.

§ 2º  Em caso de manifestação de desistência da medida protetiva por parte da atendida, o policial militar da PMP deverá solicitar a ela que declare o seu interesse, de próprio punho, no formulário de atendimento da PMP, além de orientar que a atendida deve encaminhar-se à autoridade que deferiu a referida medida, a fim de que sejam tomadas as devidas providências por parte do judiciário.

Art. 22. Os fatos constatados que comprometam a imagem da Polícia Militar ou da Patrulha Maria da Penha, apresentados pelas atendidas, por integrantes da Rede de Proteção à Mulher em Situação de Violência ou mesmo pelo policial militar integrante da Patrulha Maria da Penha, devem ser imediatamente comunicados ao Coordenador Estadual da Patrulha Maria da Penha.

Art. 23. A participação do policial militar da Patrulha Maria da Penha em atividades promovidas por entidades da sociedade civil em que atua está condicionada à prévia autorização da Coordenação Estadual, com a aquiescência do Comandante Geral da Corporação.



CAPÍTULO IV
DO ATENDIMENTO

Art. 24.  A atuação da Patrulha será através de Procedimento Operacional Padrão (POP), que será disponibilizado pela Coordenação da PMP para as equipes.

Art. 25.  Em até três dias úteis após o Coordenador Setorial/Estadual despachar para a equipe, esta deverá realizar ligação telefônica para a vítima marcando a primeira visita. Durante a visita, a PMP deverá comunicar formalmente à vítima e o agressor/requerido que eles serão monitorados pela PMP.

§ 1º Após realizar a escuta ativa das partes (separadamente), vítima e agressor/requerido deverão ser orientados acerca dos preceitos da legislação pertinente ao caso, bem como deverão assinar o respectivo registro de atendimento para a devida formalização.

§ 2º Não se realizará escuta ativa nos casos de abuso sexual de crianças e/ou adolescentes, salvo espontâneo e imprescindível ao conhecimento do fato, devendo as informações coletadas serem imediatamente reportadas às autoridades competentes.

§ 3º A equipe da PMP deverá disponibilizar o número de celular do efetivo policial militar (fornecido pelo Programa) para situações emergenciais, bem como realizar orientações que possam auxiliar o plano de segurança individual da vítima.

§ 4º Não conseguindo contato telefônico e após três visitas sem êxito à vítima, a quarta visita deverá, obrigatoriamente, ser agendada por telefone e, se ainda assim não obtiver êxito, o caso deverá ser comunicado às autoridades competentes e arquivado pela PMP.

Art. 26. A partir da terceira visita, os contatos pessoais com a vítima deverão ser realizados em intervalos de até 15 (quinze) dias, devendo o policial militar verificar a situação dos envolvidos, reavaliar os riscos, reforçar as orientações anteriores à vítima e agressor/requerido e atualizar, se necessário, o plano de segurança individual da vítima, devendo, ainda, observar e consignar no registro de atendimento se as partes acataram as orientações disponibilizadas em visitas anteriores, bem como a iniciativa da mesma na busca da sua segurança.

Art. 27.  Analisando os riscos e condições dos envolvidos, o policial militar responsável pelo acompanhamento, monitoramento e fiscalização da MPU poderá sugerir arquivamento e a Coordenação Estadual encaminhará o documento ao Juizado competente.

Parágrafo único.  A sugestão de arquivamento deverá estar fundamentada e deverá conter todas as informações relativas ao caso em relatório próprio.

Art. 28.  Em casos de vítimas e/ou agressores serem agentes dos órgãos de segurança pública, o fato deverá ser oficializado e entregue pessoalmente aos seus respectivos comandantes, chefes ou diretores para as medidas pertinentes.


CAPÍTULO V
DOS DEVERES
Seção I
Da Carga Horária

Art. 29. A PMP será executada nos termos seguintes:

I – o policial militar que realiza as atividades administrativas da PMP acompanhará o horário de trabalho da Corporação; e

II – os policiais militares das equipes de atendimento da PMP trabalharão em regime de escala, conforme sua Unidade e a Coordenação Setorial, obedecidas as diretrizes do Comando Geral em norma regulamentadora da jornada de trabalho no âmbito da Corporação.


Seção II
Do Uniforme e Equipamento
Art. 30.  O uniforme de atuação será o 4º A (instrução) com o equipamento orgânico, exceto para o policial palestrante ou que esteja participando de evento ou representação, que nestes casos deverão utilizar o 3º A (passeio).


Seção III
Da Documentação

Art. 31.  Toda a documentação utilizada pelo efetivo policial militar será disponibilizada pela Coordenação Estadual para as Setoriais.

Art. 32.  As ações ou atendimentos prestados deverão ser registrados em documento próprio, inclusive as visitas em que as partes não forem localizadas.


CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 33.  Os casos omissos serão resolvidos pelo Comandante Geral da Corporação.

Art. 34. Ao Comando do Policiamento Metropolitano (CPM) caberá disponibilizar efetivo e viabilizar o trabalho da PMP na sua área de atuação durante o período inicial de implementação, bem como, posteriormente, a análise de implantação do Programa nos Batalhões de área em conjunto com a Coordenação da PMP.

Art. 35. Ao Comando do Policiamento do Interior (CPI) caberá, também, a análise de implantação do Programa nos Batalhões de Área em conjunto com a Coordenação da PMP.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

FALECIMENTO DO CORONEL LUIZ FRANKLIN GADELHA FILHO


17-07-2020 - É com pesar, que a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte comunica o falecimento do Coronel PM LUIZ FRANKLIN GADELHA FILHO, aos 70 anos.
O Cel Gadelha ingressou na PM-RN no dia 23 de abril de 1969. Concluiu o CAO-Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais em 1984, na Academia de Polícia Militar da Bahia, matriculado no CAO, como Aluno em 2 de abril de 1984. Comandou a PM em dois períodos, pela primeira vez, em apenas dois dias, de 12 a 15 de dezembro de 1995 e de 19 de agosto de 1997 a 29 de janeiro de 1999.
O Oficial faleceu nesta sexta-feira (17), ele estava acometido de uma patologia e há dias estava internado em um hospital na cidade de Natal.
A Polícia Militar lamenta a morte deste profissional de segurança pública, externando aos amigos, companheiros de trabalho e familiares, os nossos sentimentos de mais profundo pesar. 
O corpo está sendo velado no Centro de Velório do Morada da Paz, na Av. São José. Já a missa acontecerá às 08h deste sábado (18), em Emaús, e logo em seguida o sepultamento
FONTE – SITE DA PMRN

quinta-feira, 16 de julho de 2020

BPCHOQUE CAP PM DOMILSON DAMÁZIO DA SILVA


RIO GRANDE DO NORTE

     SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
POLÍCIA MILITAR
GABINETE DO COMANDANTE GERAL

PORTARIA NORMATIVA Nº 018/2020-CG/PMRN, DE 15 DE JULHO DE 2020.


Dispõe sobre a denominação histórica do Batalhão de Polícia de Choque (BPCHOQUE) da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte.

            O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 4º combinado com o § 3º, art. 19, da Lei Complementar Estadual nº 090, de 04 de janeiro de 1991, e
CONSIDERANDO a criação do Batalhão de Polícia de Choque (BPCHOQUE), através do Decreto nº 21.613, de 07 de abril de 2010, unidade especializada, responsável em atuar preventiva e repressivamente como força de dissuasão em locais de possíveis perturbações da ordem pública;
CONSIDERANDO o legado deixado à Corporação pelo então Cap PM Domilson Damázio da Silva, evidenciado por valores traduzidos nas mais diversas atividades pioneiras desenvolvidas pelo Oficial durante a sua vida na carreira militar, principalmente como Comandante da primeira Unidade especializada da PMRN, a Companhia de Rádio Patrulha (CPRP); e
CONSIDERANDO o disposto na Portaria Normativa nº 015/CG/PMRN, de 09 de junho de 2020 que Aprova as Normas para Confecção de Distintivos e concessão de Denominações Históricas às Organizações Policiais Militares no âmbito da Polícia Militar do Estado de Rio Grande do Norte, publicada no Diário Oficial do Estado – Edição nº 14.684, de 10 de junho de 2020, transcrita no Boletim Geral nº 107, de 15 de junho de 2020,
RESOLVE:
Art. 1º  Denominar de “Cap PM Domilson Damázio da Silva”, o Batalhão de Polícia de Choque (BPCHOQUE), em reconhecimento aos relevantes serviços prestados pelo Oficial PM na área do policiamento ostensivo especializado à Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte.
Art. 2º  Estabelecer que esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º  Publique-se em Diário Oficial do Estado, transcreva-se em Boletim Geral da Corporação e arquive-se na Seção de Expediente do Gabinete do Comandante Geral.
Quarte do Comando-Geral, em Natal/RN, 15 de Jjulho de 2020, 199º da Independência e 132º da República.
ALARICO JOSÉ PESSOA AZEVÊDO JÚNIOR – CORONEL PM
Comandante Geral
FONTE – DIÁRIO OFICIAL DO RN DO DIA 16 DE JULHO DE 2020 – FOTO SITE DA PMRN

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BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CAICÓ

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CAICÓ

PARÓQUIA CRISTO REIS

PARÓQUIA CRISTO REIS

CPI

CPI
PMRN

CIA DE OPERAÇÕES ESPECIAIS

CIA DE OPERAÇÕES ESPECIAIS
NTAL

CPM

CPM
PMRN

CAPELANIA EVANGÉLICA

CAPELANIA EVANGÉLICA

ROCAM

ROCAM

CIPRED

CIPRED

CIPTUR

CIPTUR
NATAL

1ª CPM/1º BPM

1ª CPM/1º BPM
NATAL

1º DPRE

1º DPRE
NATAL

1ª CPM,/2º BPM

1ª CPM,/2º BPM
MOSSORÓ

1ª CPM/3º BPM

1ª CPM/3º BPM
PARNAMIRIM

1ª CPM/4º BPM

1ª CPM/4º BPM
NATAL

1ª CPM/5º BPM

1ª CPM/5º BPM
NATAL

1ª CPM/6º BPM

1ª CPM/6º BPM
CAICÓ

1ª CPM/7º BPM

1ª CPM/7º BPM
PAU DOS FERROS

1ª CPM/8º BPM

1ª CPM/8º BPM
NOVA CRUZ

1ª CPM/9º BPM

1ª CPM/9º BPM
NATAL

1ª CPM/10º BPM

1ª CPM/10º BPM
ASSU

1ª CPM-11º BPM

1ª CPM-11º BPM
MACAÍBA

1ª CPM/12º BPM

1ª CPM/12º BPM
MOSSORÓ

2ª CPM/1º BPM

2ª CPM/1º BPM
NATAL, ALÉM DESSA COMPANHIA, NATAL DISPÕE DAS SEGUINTES 2ª CPM'S: 2ª CPM/4º BPM, 2º CPM/5º BPM E 2ª CPM/9º BPM

4ª CIPM

4ª CIPM
SANTA CRUZ

5ª CIPM

5ª CIPM
JARDIM DE PIRANHAS

2ª CPM/2º BPM

2ª CPM/2º BPM
APODI

2ª CPM/3º BPM

2ª CPM/3º BPM
SÃO JOSÉ DE MIPIBU

2ª CPM/6º BPM

2ª CPM/6º BPM
JARDIM DO SERIDÓ

2ª CPM/7º BPM

2ª CPM/7º BPM
PATU

2ª CPM/8º BPM

2ª  CPM/8º BPM
CANGUARETAMA

2ª CPM/10º BPM

2ª CPM/10º BPM
ANGICOS

2ª CPM/11º BPM

2ª CPM/11º BPM

2ª CPM-12º BPM

2ª CPM-12º BPM
AREIA BRANCA

3ª CPM/1º BPM

3ª CPM/1º BPM
NATAL, ALÉM DESSA COMPANHIA, A CAPITAL POTIGUAR DISPÕE DAS SEGUINTES 2ª CPM'S: 3ª CPM/1º BPM. 3ª CPM/4º BPM, 3ª CPM/5º BPM E 3ª CPM/9º BPM

3ª CPM/3º BPM

3ª CPM/3º BPM
NISIA FLORESTA

3ª CPM/2º BPM

3ª CPM/2º BPM
GOV. DIX-SEPT ROSADO

3ª CPM-6º BPM

3ª CPM-6º BPM
JUCURUTU

JESUS CRISTO

JESUS CRISTO
O demônio costuma usar as pessoas que não tem DEUS no coração para perturbar os seguidores do NOSSO SENHOR TODO PODEROSO. Sou vítima, porém, jamais vou deixar de AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS, como também de AMAR AO MEU PRÓXIMO COMO A MIM MESMO. Se a coisa ruim tem força, mas DEUS é totalmente superior. Portanto, você que vive tentando me prejudicar, fique certo, não é tu, e sim, é o sujo que adentrou em seu corpo, cujo objetivo dele é ganhar minha ALMA. Veja bem, ele está preste a conquistar a te, mas tenho a maior certeza que serei forte e firme no propósito de continuar sendo HONESTO HUMILDE e SINCERO, mesmo sabendo que irei deparar-se com vários obstáculos e decepções na estrada da vida. Lembre-se, o humilde não encontra decepções. As palavras de JESUS, exaltando os humildes. Os sábios e os gênios verdadeiros não são orgulhosos e sim, os soberbos e formados analfabetos são falsos, autoritários e invejosos. O Humilde conquista a simpatia de todos, exceto de te que está sendo enganado pelo demônio. Olha pare e pense melhor e veja que a gratidão é um dos mais belos deveres humanos; a caridades é uma das principais virtudes de um ser humano. Você que acredita em DEUS e nas graças do poder celeste, nada teme neste mundo, deixando-se guiar por uma força invisível e ergue quase o impossível, como é o caso do PORTAL TERRAS POTIGUARES NEWS com mais de 2 mil endereços eletrônicos, construído por uma pessoa que não é portador de curso superior e que nunca foi um segundo a uma aula de computação. DEUS pode tudo, eu acredito na existência Dele, não por meu trabalho na internet, e sim, por tantos livramentos durante a minha vida como policial militar, o qual me livrou da morte e graves injustiças por diversas vezes, como também, fazendo com seja assim, sem maldade, ódio, vingança, maldoso, covarde, falso, bajulador e fofoqueiro. Paguei um preço alto por tal comportamento, isto é, para com os chamados demônios de carne e osso, mas espero ser recompensado pela LEI DIVINA. Poderia ser um exemplo de vida, mas sinto discriminado pelos companheiros, a prova disso é que apenas um colega policial blogueiro, o sargento GAMA colocou o meu blog em seus preferidos. QUAL SERÁ O MOTIVO QUE OS DEMAIS NÃO FAZ O MESMO? – A PESSOA SOBERBA SE JULGA SUPERIOR A TODOS OS SEUS SEMELHANTES E JAMAIS ADMITE QUE NINGUÉM POSSA RIVALIZAR-SE COM ELE E NEM EM SEUS PREDICADOS OU TALENTO , MESMO TENDO ADENTRADO NA UNIVERSIDADE, NÃO PELA PORTA DA FRENTE E SIM, PULANDO A JANELA.

RÔMULO CHAVES WANDERLEY

RÔMULO CHAVES WANDERLEY
Este trabalho na WEB teve como alicerce o livro BATALHÃO DE SEGURANÇA, lançado em XI - V- MCMLXIX, de RÔMULO WANDERLEY, nascido em na cidade de Assu, a 3 de abril de 1910. Filho de Rodolfo Chaves Wanderley e de Júlia da Silva Wanderley. Bacharelou-se no dia 3 de dezembro de 1945 em Ciências Jurídicas e Sociais. Faleceu em Natal no dia 7 de janeiro de 1971

FONTE DE PESQUISA

FONTE DE PESQUISA
Queremos ressaltar que também pesquisamos no livro CRONOLOGIA DA POLÍCIA MILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE – 175 ANOS DE HISTÓRIA – 1834 – 2009, do CORONEL PM ÂNGELO MÁRIO AZEVEDO DANTAS, natural de São Paulo do Potengi-RN, nascido em XXI – V - MCMLXII, filho de MÁRIO ADELINO DANTAS e de IRACEMA AZEVEDO DANTAS. Ingressou na PMRN em XXII – I – MCMLXXXII, porém, nossa maior fonte de pesquisa foi o BOLETIM GERAL DA PMRN

POL COMUNITÁRIA

POL COMUNITÁRIA

CURSO DE FORMAÇÃO DE PRAÇAS

CURSO DE FORMAÇÃO DE PRAÇAS
PMRN

SOU TRICOLOR DE CORAÇÃO

SOU TRICOLOR DE CORAÇÃO
BARAÚNAS - O MAIS QUERIDO DO INTERIOR DO RN

ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS

ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS

DERETORIA DE PESSOA

DERETORIA DE PESSOA

DIRETORIA DE FINANÇAS

DIRETORIA DE FINANÇAS

SD EGIDIO

SD EGIDIO

ACS PMRN

ACS PMRN

3ª CPM/7º BPM

3ª CPM/7º BPM
ALEXANDRIA

3ª CPM/8º BPM

3ª CPM/8º BPM
GOIANINHA

3ª CPM/10º BPM

3ª CPM/10º BPM
CAMPO GRANDE

3ª CPM-11º BPM

3ª CPM-11º BPM
CEARÁ MIRIM

3ª CPM-12º BPM

3ª CPM-12º BPM
CARAÚBAS

JULIMAR ALVES FERREIRA

JULIMAR ALVES FERREIRA
SAUDOSO SOLDADO JULIMAR

SGT AROLDO

SGT AROLDO
RODOLFO FERNANDES

SD TARGINO

SD TARGINO
SÃO MIGUEL

SGT 89.222 AURIVAN DA SILVA ROBERTO

SGT 89.222 AURIVAN DA SILVA ROBERTO
NATURAL DE MOSSORO. NASCIDO EM 10/03/1967.FILHO DE JOSÉ ROBERTO E MARIA NEUSA DA SILVA ROBERTO

MAJOR MARINHO

MAJOR MARINHO

SARGENTO MATIAS

SARGENTO  MATIAS
O POLICIAL MAIS IDOSO DA GLORIOSA E AMADA POLÍCIA MILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE, COM 102 ANOS, RESIDENTE EM MOSSORÓ

SGT WALLACE

SGT WALLACE
PMRN

SGT JOSÉ ARNALDO DA SILVA

SGT JOSÉ ARNALDO DA SILVA

BANDA MUNICIPAL DE CEARÁ MIRIM

BANDA MUNICIPAL DE CEARÁ MIRIM

SARGENTOS MARCIA, DENISE E CELIA

SARGENTOS MARCIA, DENISE E CELIA

ST EMILIO RODRIGUES DA SILVA

ST EMILIO RODRIGUES DA SILVA
PMRN