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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

SARGENTO JACKSON BOTELHO MATOS

20-02/2017 - O Sargento PM Jackson Sidney Botelho Matos com 42 anos, lotado no 11º BPM (Macaíba). foi assassinado a tiros na cidade de Ceará Mirim. Foto - G1

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

DIPLOMA MEDALHA TONHECA DANTAS

Diploma da Medalha Potiguar do Mérito Musical Militar Tonheca Dantas, Polícia Militar do Rio Grande do Norte

domingo, 12 de fevereiro de 2017

BREVÊ DO CURSO DE MÚSICOS ESPECIALISTAS DA POLÍCIAMILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE





PORTARIA Nº 012/2016 – DE/1, DE 19 DE AGOSTO DE 2016.
Dispõe sobre a criação do Brevê do Curso de Músicos Especialistas da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, e dá outras providências.
O COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE,  no uso das atribuições que lhe são conferidas nos termos do art.4º da Lei Complementar n.º 090, de 04 de janeiro de 1991, de acordo com o art. 74 da Lei Estadual n.º 4.630, de 16 de dezembro de 1976, c/c o art. 21, I, da Lei Complementar Estadual n.º 230, de 22 de março de 2002, e com o art. 3º do Decreto nº 23.045 de 17 de outubro de 2012 , e considerando a necessidade de normatizar a criação do novo Brevê do Curso de Músicos Especialistas da Polícia Militar,
RESOLVE:
Art. 1º Instituir o Brevê do Curso de Músicos Especialistas (CME) na Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte (PMRN),  conforme o modelo constante no Anexo Único desta Portaria.
§ 1º - O Brevê do CME na Polícia Militar compõe-se de um conjunto de metal com dois ramos de louro cruzados na base e se distendem para o alto e para os lados, signo universal da vitória, tipificada como ramos de glória, tendo na parte central inferior, sobrepostas aos ramos, duas pistolas de dois canos (garrucha), símbolo das forças policiais militares e na parte central superior (chefe), entre os ramos de louro, uma lira que representa a arte da música e sua especialidade dentro da Corporação, sendo tudo em alto-relevo.
§ 2º -  O Brevê do CME será confeccionado nos formatos metálico, bordado ou emborrachado, com as seguintes dimensões:
a) Altura 3,0 cm;
b) Largura: 7,0 cm;
c) Espessura: 0,2 cm.
§ 3º – As dimensões previstas no § 2º do art. 1º da presente Portaria, são
padronizadas para os brevês de metal, bordado ou emborrachado.
§ 4º – O brevê metálico será disposto na cor dourada para uso dos Oficiais e Subtenentes e na cor prateada para uso dos Sargentos, Cabos e Soldados possuidores do Curso de Músico Especialista.
§ 5º – O uso do Brevê do CME, observadas as prescrições do Regulamento de Uniformes da PMRN (RUPM), se dará:
a)  Nos uniformes formais, sociais e de passeio: metálicos, colocados acima do bolso do lado direito;
b) Nos uniformes de policiamento ostensivo: bordados ou emborrachados,colocados acima do bolso do lado esquerdo
Art. 2º. As fábricas e lojas de artigos militares serão orientadas para que sejam obedecidas as descrições, características e dimensões definidas nesta Portaria, bem como das condições específicas relativas à matéria-prima, constituição, acabamento e fabricação, definidas pela Corporação no devido processo de aquisição do Brevê do CME.
Parágrafo único – Durante o processo de aquisição do Brevê do CME, será constituída a comissão de recebimento de material, que observará o controle de qualidade através da amostra do objeto para verificação das medidas e defeitos identificáveis visualmente, inclusive a acomodação e embalagem do produto.
Art. 3º. Fará jus ao uso do Brevê os Policiais Militares possuidores do CME da PMRN ou de Instituições Coirmãs, após a transcrição da respectiva Ata de Conclusão em Boletim Geral da Corporação e emissão do Certificado de Conclusão de Curso.
Parágrafo único – Para fins do caput deste artigo, o Policial Militar que realizar o CME em Instituições Coirmãs, somente fará jus ao uso do brevê após a apresentação do Certificado de Conclusão de Curso, junto a Diretoria de Ensino, e ter sido autorizada sua publicação em Boletim Geral para fins de assentamentos. Art. 4º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, em especial a Portaria nº 047/98-DE, de 23 de dezembro de 1998, publicada no BG Nº 004, de 08 de janeiro de 1999.

Dancleiton Pereira Leite, Cel QOPM - Comandante Geral

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

CEL PM ULISSES NASCIMENTO DE PAIVA

28/01/2017 - O governador Robison Faria nomeou o Cel PM Ulisses Nascimento de Paiva, natural de Natal, nascido em 4 de janeiro de 1960, filho de Benjamim Borges de Paiva e de Edna Nascimento, que ingressou na PMRN em 17 de fevereiro de 1981, para o cargo de subcomandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

CABO PM DANIEL DE OLIVEIRA PESSOA



31/01/2017 – O Cabo PM Daniel de Oliveira Pessoa, lotado no Pelotão PM de Extremos, não resistiu aos ferimentos a bala que sofreu durante uma tentativa de assalto em uma joalheria no Partage Norte Shopping, Natal-RN e faleceu no Hospital Walfredo Gurgel
      Em nota, a administração do Partage Norte Shopping informou que ocorreu uma tentativa de assalto a uma joalheria do empreendimento. "Três elementos fizeram um refém e entraram na loja para realizar o roubo. Percebendo a ação, um policial militar, à paisana, tentou intervir e foi ferido. Todo o atendimento de emergência foi prestado, o policial foi socorrido pelo SAMU e levado ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Nenhum item chegou a ser levado". 
FONTE - JORNAL HOJE

CONVOÇÃO DE POLICIAIS MILITARES DA RESERVA REMUNERADA DA PMRN



LEI COMPLEMENTAR Nº 586, DE24 DE  JANEIRO DE 2017
.
Dispõe sobre a convocação excepcional de servidores estaduais inativos, no âmbito da segurança pública, para a execução de atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, e dá outras providências
.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:
FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º Fica o Poder Executivo, por meio das Corporações Militares Estaduais, autorizado a convocar, excepcionalmente, militares estaduais voluntários, para a execução de atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
Art. 2º Consideram-se atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, para os fins desta Lei:
I – as atividades de segurança desenvolvidas nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, no Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública, e em Órgãos Federais e Municipais onde se faça necessária a presença de militares;
II –atividades administrativas de natureza estritamente militar;
III –policiamento ostensivo de segurança externa dos estabelecimentos penais do Estado;
IV –atividades burocráticas em Órgãos da estrutura de segurança pública estadual e defesa social;
V –serviços militares em atividades especiais e em assessorias militares e segurança institucional de Poderes;
VI –atividades realizadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP);
VII –outras atividades previstas em lei, em especial na Lei Federal nº 11.473, de 10 de maio de 2007.
Art. 3º.Para fins desta Lei, o termo “voluntário” equivale a militar estadual da reserva remunerada, designado para atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, nos termos desta Lei.
§ 1ºO quantitativo de militares estaduais da reserva remunerada a ser empregado nestas atividades não poderá exceder a 25% (vinte e cinco por cento) do efetivo previsto em lei e será fixado de acordo com a necessidade das Corporações Militares Estaduais, assim como onde sefaça necessária a presença de militares, solicitados:
I –pelo Chefe do Poder Legislativo e Judiciário, do Tribunal de Contas do Estado, do Ministério Público Estadual e Defensoria Pública do Estado;
II –pelo Chefe de outros Órgãos vinculados à Administração do Estado;
III –pelo Chefe dos Órgãos vinculados à Administração dos Poderes Federais; e
IV –pelo Chefe do Poder Executivo dos Municípios do Estado.
Art. 4º A designação de militares estaduais da reserva remunerada será realizada por ato do respectivo Comandante Geral, conforme o disposto nesta Lei, visando a atender ao interesse público e às necessidades especiais das Instituições.
§ 1º A designação possui caráter transitório e aceitação voluntária, pelo período continuado de até 12 (doze) meses, desde que o militar continue preenchendo os requisitos previstos nesta Lei e sua regulamentação.
§ 2º Findo o período de designação ou não permanecendo o interesse da Administração ou do militar estadual voluntário, será feita sua dispensa imediata da atividade temporária.
§ 3º O militar estadual voluntário que pertencia ao Quadro de Oficiais
Especialistas (QOE) ou ao Quadro de Praças Especialistas (QPE), quando do serviço ativo, somente poderá ser designado para exercício de função relativa à sua especialidade.

CAPÍTULO II
DOS REQUISITOS
Art. 5º O voluntário, militar estadual da reserva remunerada do Rio Grande do Norte, deverá satisfazer aos seguintes requisitos:
I –ter passado para a inatividade há menos de 5 (cinco) anos, desde que conte com mais de 3 (três) meses na condição de militar estadual da reserva remunerada;
II –declarar por escrito, expressamente, da vontade de ser inscrito na qualidade de voluntário;
III – declarar por escrito pleno conhecimento de seus direitos e deveres como militar estadual voluntário;
IV –não ter sido punido, nos 2 (dois) últimos anos de serviço ativo, pela prática de transgressão disciplinar de natureza grave;
V –não ter sido transferido para a reserva remunerada estando no mau ou insuficiente comportamento;
VI –não estar submetido a inquérito policial, comum ou militar, ou
processado, por crime doloso previsto em lei que comine pena máxima de reclusão superior a 2 (dois) anos, desconsideradas as situações de aumento ou diminuição de pena;
VII –possuir capacidade técnica, física e mental, bem como condições de saúde adequadas para o exercício da atividade;
VIII –possuir menos de 59 (cinquenta e nove) anos de idade, até a data do ato de designação;
IX –não se encontrar em exercício de outro cargo o u emprego público;
X –não ter sido transferido para a reserva remunerada, estando na condição de dispensado em definitivo das atividades físicas e militares, salvo se, após avaliação médica, for atestado que o militar possui plena capacidade laborativa para desempenhar as atividades para as quais está sendo designado; e
XI –a condição de transferência para a reserva remunerada não tenha se dado em razão de doença, acidente, invalidez, incapacidade, idade-limite, licenciamento a bem da disciplina, conde
nação judicial transitada em julgado ou expulsão.
§ 1º Sempre que a demanda de candidatos exceder a oferta de vagas a serem preenchidas, o militar estadual que manifestar interesse em ser voluntário nos termos desta Lei, deve ser selecionado atendendo os seguintes critérios, por ordem de preferência:
I –comprovado conhecimento técnico para o exercício das atividades da área;
II –melhor comportamento quando da passagem para a inatividade, nos casos dos Praças; e
III –maior tempo de exercício na funçãoes pecífica ou assemelhada àquela que devem desempenhar na condição de voluntário.
§ 2º Para fins de comprovação do inciso VI do caput , o militar da reserva remunerada deverá apresentar certidões expedidas pela sua Corporação Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, e pela Justiça Federal, Estadual e Militar, das localidades em que residiu nos últimos 2 (dois) anos.
§ 3º A capacidade técnica, prevista no inciso VII do Caput será comprovada pela formação do militar da reserva remunerada nos cursos da respectiva Corporação e nos cursos de especialização ou extensão, realizados em instituições de ensino pública ou privada, bem como pelas funções e encargos por ele exercidos, quando no serviço ativo, nas atividades operacionais e administrativas da sua Corporação Militar.
§ 4º A capacidade física e mental, prevista no inciso VII do Caput será comprovada pela realização de exame médico, psicológico e físico, por meio da Junta Médica de Saúde (JMS) da Diretoria de Saúde (DS) da Polícia Militar.
§ 5º O militar estadual voluntário, para permanecer designado, deverá continuar satisfazendo os requisitos de que trata esta Lei.

CAPÍTULO III
DOS DIREITOS E DEVERES

Art. 6º O militar estadual voluntário nos termos da presente Lei fica sujeito:
I   – ao cumprimento das normas disciplinares em vigor nas Corporações Militares Estaduais, nos mesmos moldes do serviço ativo, de igual situação hierárquica, estando sujeito às respectivas cominações legais; e
II –às normas administrativas e de serviço em vigor, nos órgãos onde estiver atuando.
Art. 7º.O militar estadual voluntário, além dos seus respectivos proventos, fará jus ao recebimento de auxílio mensal, de caráter indenizatório, para custeio com aquisição, manutenção e reposição de fardamento, apetrechos e outras despesas decorrentes da atividade a ser desenvolvida, correspondente a 1/3 (um terço) do subsídio, nível X, de seu posto ou graduação de inatividade, só ocorrendo sua percepção enquanto perdurar tal condição, não havendo incorporação desse quantitativo aos seus proventos em nenhuma hipótese.
§ 1º.São também direitos do militar estadual voluntário, nos termos da legislação vigente:
I –transporte, quando, exclusivamente a serviço, afastar-se da sua sede;
II –diárias de viagem, quando se deslocar da sua sede, exclusivamente por motivo de serviço;
III –retribuição por serviço extraordinário;
IV –indenização de ensino; e
V  - retribuição por exercício de cargo ou função de confiança, quando para tal designado, fora do âmbito da respectiva Corporação Militar Estadual.
§ 2º O militar estadual voluntário não fará jus ao gozo de férias anuais, ao percebimento do respectivo abono e décimo terceiro salário;

3º A prestação de serviço voluntário de que trata esta Lei, dada à sua temporalidade e excepcionalidade, não gerará direito incompatível entre esta situação e a de militar da reserva remunerada, não se admitindo a invocação de direito adquirido ou percepção de quaisquer outros benefícios não especificados na legislação pertinente.
Art. 8º O auxílio mensal:
I –possui natureza indenizatória;
II – será concedido aos militares estaduais enquanto mobilizados para as  atividades de que trata esta Lei, não integrando proventos ou pensões, inclusive alimentícias;
III –será custeado, quando solicitado por Órgão do Poder Executivo
Estadual, pelo Fundo Especial de Segurança Pública –FUNSEP, instituído pela Lei Estadual nº 6.846, de 27 de dezembro de 1995, e excepcionalmente, à conta de dotação orçamentária do Estado, ou ainda por dotação diversa a do Executivo Estadual;
IV –será custeado por Poder ou Órgão estranho ao Executivo Estadual, quando por este solicitado, não acarretando qualquer tipo de responsabilidade, solidária ou subsidiária, ao Estado do Rio Grande do Norte; e
V –não incidirá sobre qualquer outra vantagem ou retribuição por exercício de cargo ou função de confiança.
Parágrafo único.
Sobre o auxílio mensal, de caráter indenizatório, de que trata o caput deste artigo, não incidirá contribuição previdenciária.
Art. 9º.O militar estadual voluntário realizará anualmente o Teste de Aptidão Física Militar (TAF).

Parágrafo único. 

O voluntário, empregado exclusivamente na atividade administrativa, quando da renovação, poderá requerer ao seu Chefe imediato, a dispensa do Teste de Aptidão Física Militar (TAF).
Art. 10. O militar estadual voluntário será dispensado, a qualquer tempo:
I –a pedido, quando solicitar a sua dispensa; e
II – ex officio:
a) deixar de preencher os requisitos previstos no art. 5º desta Lei;
b) obtiver licença médica por um período superior a 30 (trinta) dias,
contínuos ou não, no período de 1 (um) ano, salvo se decorrente de acidente em serviço, devidamente comprovado; ou tiver sua capacidade física ou mental alterada, de forma a contra indicar a continuidade da sua designação;
c) por ter sido julgado fisicamente incapaz para o desempenho da designação para atividades, em inspeção realizada por junta médica das Corporações Militares Estaduais;
d) por terem cessado os motivos da convocação;
e) for conveniente ou do interesse da Administração;
f) for considerado inapto no TAF;
g) cometer mais de 1 (uma) transgressão disciplinar de natureza grave ou mais de 3 (três) transgressões disciplinares de qualquer natureza (grave, média ou leve), no período de 12 (doze) meses;
h) atingir a idade de 60 (sessenta) anos; e
i) por falecimento.Art. 11. O militar estadual voluntário deverá utilizar o uniforme adequado para a atividade, nos termos da norma vigente na respectiva Corporação Militar.

CAPÍTULO IV
DA FORMALIZAÇÃO DE CONVÊNIO,
COOPERAÇÃO
OU OUTRO INSTRUMENTO JURÍDICO

Art. 12. O Poder Executivo, por meio das Corporações Militares Estaduais, poderá firmar convênio, termo de cooperação ou outro instrumento jurídico com os Poderes Legislativo e Judiciário, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública, ou, Órgão Federal, Estadual ou Municipal para executar atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
Art. 13. As atividades de cooperação do Poder Executivo, no âmbito da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, serão desempenhadas, em caráter voluntário, por militares estaduais da reserva remunerada das Corporações Militares Estaduais que aderirem a convênio, termo de cooperação ou outro instrumento jurídico, na forma do art. 12 desta Lei.
Art. 14. A cooperação de que trata o art. 12, para fins desta Lei, compreende operações conjuntas, transferências de recursos e desenvolvimento de atividades de capacitação e qualificação de profissionais, no âmbito da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social.
Parágrafo único.
As atividades de cooperação têm caráter consensual e serão desenvolvidas sob a coordenação conjunta do Poder Executivo, por meio das Corporações  Militares Estaduais, e supervisão do Poder ou Órgão solicitante.
Art. 15. As convocações realizadas na forma do art. 1º deverão ser precedidas de Plano de Trabalho que contenha, essencialmente:
I – identificação do objeto;
II –identificação de metas;
III –definição das etapas ou fases de execução;
IV –plano de aplicação dos recursos financeiros;
V –cronograma de desembolso;
VI –previsão de início e fim da execução do objeto; e
VII –especificação do aporte de recursos, quando for o caso;
VIII –declarar por escrito pleno conhecimento de seus direitos e deveres como militar designado para o serviço ativo.

CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 16. Será tornada sem efeito a designação do militar da reserva
remunerada que deixar de entrar no exercício da atividade temporária no prazo determinado no ato respectivo.
Art. 17. O militar estadual voluntário, nos termos desta Lei, em hipótese
alguma ocupará cargo público vago nos Quadros das Corporações Militares Estaduais.
Art. 18. O art. 2º da Lei Complementar nº 463, de 4 de janeiro de 2012, passa a vigorar acrescido do inciso VI, com a seguinte redação:
“Art. 2º .........................
IV –indenizações;
V –retribuição por serviço extraordinário; e
VI –auxílios.” (NR)
Art. 19. O art. 6º da Lei Estadual nº 4.630, de 16 de dezembro de 1976, passa a vigorar com a seguinte alteração:
“Art. 6º. Os militares estaduais da reserva remunerada poderão ser designados para executar atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, na forma estabelecida em legislação específica, ou voluntários para o serviço ativo, em caráter transitório e mediante aceitação voluntária, por ato do Comandante Geral, desde que haja necessidade ou conveniência para o serviço.Parágrafo único. A designação ou convocação se dará por ato do Comandante Geral da respectiva Corporação Militar, por delegação do Governador do Estado, quando solicitada:
I – pelo Chefe do Poder Legislativo e Judiciário, do Tribunal de Contas do Estado, do Ministério Público Estadual e Defensoria Pública do Estado;
II –pelo Chefe de outros Órgãos vinculados à Administração do Estado;
III –pelo Chefe dos Órgãos vinculados à Administração dos Poderes Federais; e
IV –pelo Chefe do Poder Executivo dos Municípios do Estado.” (NR)
Art. 20. O regulamento desta Lei Complementar será editado em 30 (trinta) dias, a contar da data de sua publicação.
Art. 21. Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 22. Ficam revogados a Lei Estadual nº 6.989, de 9 de janeiro de 1997, e o Decreto Estadual nº 13.313, de 11 de abril de 1997.
Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 24 de janeiro de 2017, 196º da Independência e 129º da República.
ROBINSON FARIA
Cristiano Feitosa Mendes
Caio César Marques Bezerra

FONTE – DOE N° 586, DE 25 DE JANEIRO DE 2017

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JESUS CRISTO

JESUS CRISTO
O demônio costuma usar as pessoas que não tem DEUS no coração para perturbar os seguidores do NOSSO SENHOR TODO PODEROSO. Sou vítima, porém, jamais vou deixar de AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS, como também de AMAR AO MEU PRÓXIMO COMO A MIM MESMO. Se a coisa ruim tem força, mas DEUS é totalmente superior. Portanto, você que vive tentando me prejudicar, fique certo, não é tu, e sim, é o sujo que adentrou em seu corpo, cujo objetivo dele é ganhar minha ALMA. Veja bem, ele está preste a conquistar a te, mas tenho a maior certeza que serei forte e firme no propósito de continuar sendo HONESTO HUMILDE e SINCERO, mesmo sabendo que irei deparar-se com vários obstáculos e decepções na estrada da vida. Lembre-se, o humilde não encontra decepções. As palavras de JESUS, exaltando os humildes. Os sábios e os gênios verdadeiros não são orgulhosos e sim, os soberbos e formados analfabetos são falsos, autoritários e invejosos. O Humilde conquista a simpatia de todos, exceto de te que está sendo enganado pelo demônio. Olha pare e pense melhor e veja que a gratidão é um dos mais belos deveres humanos; a caridades é uma das principais virtudes de um ser humano. Você que acredita em DEUS e nas graças do poder celeste, nada teme neste mundo, deixando-se guiar por uma força invisível e ergue quase o impossível, como é o caso do PORTAL TERRAS POTIGUARES NEWS com mais de 2 mil endereços eletrônicos, construído por uma pessoa que não é portador de curso superior e que nunca foi um segundo a uma aula de computação. DEUS pode tudo, eu acredito na existência Dele, não por meu trabalho na internet, e sim, por tantos livramentos durante a minha vida como policial militar, o qual me livrou da morte e graves injustiças por diversas vezes, como também, fazendo com seja assim, sem maldade, ódio, vingança, maldoso, covarde, falso, bajulador e fofoqueiro. Paguei um preço alto por tal comportamento, isto é, para com os chamados demônios de carne e osso, mas espero ser recompensado pela LEI DIVINA. Poderia ser um exemplo de vida, mas sinto discriminado pelos companheiros, a prova disso é que apenas um colega policial blogueiro, o sargento GAMA colocou o meu blog em seus preferidos. QUAL SERÁ O MOTIVO QUE OS DEMAIS NÃO FAZ O MESMO? – A PESSOA SOBERBA SE JULGA SUPERIOR A TODOS OS SEUS SEMELHANTES E JAMAIS ADMITE QUE NINGUÉM POSSA RIVALIZAR-SE COM ELE E NEM EM SEUS PREDICADOS OU TALENTO , MESMO TENDO ADENTRADO NA UNIVERSIDADE, NÃO PELA PORTA DA FRENTE E SIM, PULANDO A JANELA.

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RÔMULO CHAVES WANDERLEY

RÔMULO CHAVES WANDERLEY
Este trabalho na WEB teve como alicerce o livro BATALHÃO DE SEGURANÇA, lançado em XI - V- MCMLXIX, de RÔMULO WANDERLEY, nascido em na cidade de Assu, a 3 de abril de 1910. Filho de Rodolfo Chaves Wanderley e de Júlia da Silva Wanderley. Bacharelou-se no dia 3 de dezembro de 1945 em Ciências Jurídicas e Sociais. Faleceu em Natal no dia 7 de janeiro de 1971

FONTE DE PESQUISA

FONTE DE PESQUISA
Queremos ressaltar que também pesquisamos no livro CRONOLOGIA DA POLÍCIA MILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE – 175 ANOS DE HISTÓRIA – 1834 – 2009, do CORONEL PM ÂNGELO MÁRIO AZEVEDO DANTAS, natural de São Paulo do Potengi-RN, nascido em XXI – V - MCMLXII, filho de MÁRIO ADELINO DANTAS e de IRACEMA AZEVEDO DANTAS. Ingressou na PMRN em XXII – I – MCMLXXXII, porém, nossa maior fonte de pesquisa foi o BOLETIM GERAL DA PMRN

POL COMUNITÁRIA

POL COMUNITÁRIA

ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS

ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS

DERETORIA DE PESSOA

DERETORIA DE PESSOA

DIRETORIA DE FINANÇAS

DIRETORIA DE FINANÇAS

SD EGIDIO

SD EGIDIO

ACS PMRN

ACS PMRN

3ª CPM/7º BPM

3ª CPM/7º BPM
ALEXANDRIA

3ª CPM/8º BPM

3ª CPM/8º BPM
GOIANINHA

3ª CPM/10º BPM

3ª CPM/10º BPM
CAMPO GRANDE

3ª CPM-11º BPM

3ª CPM-11º BPM
CEARÁ MIRIM

MAJOR NILTOILDO DANTAS

MAJOR NILTOILDO DANTAS

MAJOR MARINHO

MAJOR MARINHO

3ª CPM-12º BPM

3ª CPM-12º BPM
CARAÚBAS